10 de Janeiro de 2012

Serenidade

Saía do metro calmamente, pensando nas amarguras que os últimos anos me devolveram, cruzei o olhar com o senhor, cabelos brancos que denunciavam uma experiência já considerável, sorriu. Um sorriso encantador, como há muito não via. Talvez nem mesmo de um conhecido, quanto mais de alguém que jamais vi. Senti uma paz. Uma saudade. Um pouco de traquilidade.

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